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quarta-feira, 13 de abril de 2011

NOVOS TEMPOS VELHAS POLITICAS

Rumos da Politica do Maranhão

A Politica do Maranhão vem tormando rumos nada animadores para quem gostaria de ver uma renovação da conciência politica no estado, isso se da por fatos acontecidos nos dias atuais. fatos esses que podem trazer de volta com bastante força, um personagem tico como em fimdado na cena politica. O atual prefeito de São Luis João Castelo(PSDB).
     O primeiro passo que Castelo deu para isso foi através de uma aliança com o PPS, trazer para o cargo de Assessora Tecnica de seu gabinete nada mais nada menos que Miosótis Lúcio a ex- candidata a vice governadora de Flavio Dino(PCdoB) seu adversário politico. Alem de Miosótis são nomes cotados para fazer parte do governo de Castelonomes como Othelino Neto e Altemar Lima.
     
     Outro Fator é que após a morte do ex-governador Jackson Lago o PDT  ficou sem rumos e esta cendo liderado pelo apadrinhado politico de Jackson, Weverton Rocha e segundo informações dão conta que o mesmo tem mostrando interesse em acompanhar politicamente Castelo, há noticias que Weverton e Castelo teem discultido sobre uma aliança para 2012. No PDT sem norte dizem que alguns membros corgitam até um com aliança a famila Sarney. algo que infelizmente levar por água abaixo  todo o esforço de Lago durante quase toda sua vida.
     Essas situações frustão as espectativas da população que acreditava no sugirmento de um grupo independente com politicos novos e visão nova para inplantar de forma simples, objetivas  que atendam os aceios da sociedade.

RUIM COM ELE PIOR SEM ELE

Cano estoura dentro do hospital Socorrão I
Um cano estourou no prédio do Socorrão I no início da manhã desta quarta-feira. Esse acidente causou grandes transtornos nas enfermarias do hospital.


     Um cano de água estourou no prédio do Hospital Municipal Djalma Marques, mais conhecido como Socorrão I, no início da manhã desta quarta-feira (13). O que poderia ser apenas um vazamento tomou proporções maiores. O incidente causou grandes transtornos nas enfermarias 1 e 2 da casa de saúde.
     De acordo com informações apuradas por nossa reportagem, o cano seria da caixa d'água que abastece a casa de saúde. Os pacientes também estariam sendo atendidos nos corredores do hospital. Uma paciente identificada apenas como Luciana, conversou com a reportagem e revelou que o teto da parte onde o cano estourou desabou, mas não houve nenhum ferido.  Funcionários do Socorrão I disseram que o problema está sendo solucionado e que nesta quarta-feira os pacientes vão poder retornar às enfermarias.
     Esse problema traz a sequinte pergunta: Onde os pacientes que dependem no atendimento da saúde publica de São Luis e do interior do estado que lotam os corredores daquele hospital iram ser atendidos. Será no meio da rua sem nenhum tipo de higiene, será no estado do Piauí gastando suas economias e tendo que vender suas cabeçinhas de gado para intregar em clinicas com seus preços absurdos ou por fim será nos 72 dois hospitais que a governadora Roseana Sarney prometeu construir até "dezembro de 2010".
     Assim na terceira opção ta mais dificil pois até agora 13 de Abril de 2011, só 2(dois) foram concluidos e ninguem sabe quando irão fica prontos. Então Ruim com Ele Pior Sem Ele.

MAIS UMA DE RICARDO MURAD O NOVO SARNEY

Ricardo Murad desiste de contrato denunciado pela oposição

O secretário estadual de Saúde, Ricardo Murad, determinou ontem a rescisão do contrato da Secretaria de Estado da Saúde (SES) com a empresa Iosa Indústria de Óleo e Sabão S/A, para o aluguel de imóvel onde estão armazenados equipamentos médicos e hospitalares destinados às UPAs e hospitais em construção no estado.
O imóvel também serve de garagem para todos os carros que compõem a frota da SES. Em seu despacho, o secretário ressalta que o processo de contratação do imóvel se deu na gestão anterior por necessidade de locação do prédio. E embora não exista nenhuma irregularidade ou ilegalidade no contrato, decidiu rescindi-lo.

Secretário contrata empresa de irmão, denuncia líder da Oposição
 
O líder da Oposição, deputado Marcelo Tavares (PSB), em inflamado discurso, ontem, na tribuna da Assembleia Legislativa, denunciou o contrato 69/2011, no valor de R$ 24.172,87, firmado entre a Secretaria de Saúde do Estado e a empresa Iosa – Indústria de Óleo e Sabão S.A – de propriedade de Emílio Jorge Murad, irmão do secretário Ricardo Murad, publicado no Diário Oficial do dia 30 de março passado.
     O contrato, com prazo de um ano de validade, teria por finalidade o aluguel de um imóvel onde funcionou a antiga fábrica Ivesa, no Caratatiua, para receber, armazenar, abrigar equipamentos médicos e hospitalares, e servir de garagem para os veículos que integram a frota da secretaria, afirmou Tavares. Para evitar a execução do aluguel, que, segundo o oposicionista, renderia ao irmão de Ricardo Murad mais de R$ 290 mil por ano, Marcelo Tavares, com base na Constituição Federal, protocolou ontem na Casa um Projeto de Decreto Legislativo sustando o contrato celebrado entre a Secretária de Estado da Saúde e a empresa Iosa.
     Segundo Tavares, o secretário de Saúde contratou com dispensa de licitação o aluguel de uma área por quase R$ 300 mil por ano do seu irmão Emílio Murad, "cunhado da governadora Roseana Sarney, irmão de Jorge Murad", o que seria ilegal. Por isso, apresentou, também, uma indicação a ser encaminhada à governadora sugerindo, “em nome da moralidade pública”, a suspensão do contrato.
Para o líder da oposição, o acordo firmado entre Ricardo e Emílio Murad visa apenas ao aluguel de um prédio para servir de garagem. “Infelizmente nós temos tido nos últimos meses uma governadora distante das questões do Estado, omissa e que não trata as coisas com a responsabilidade devida”, disse Marcelo Tavares.
     Marcelo advertiu que se a governadora não tiver a iniciativa de cancelar o contrato, o plenário da Assembleia Legislativa terá a missão de votar o Projeto de Decreto Legislativo de sua autoria. “O plenário desta casa, então, terá que resgatar o princípio da moralidade administrativa. A governadora disse que iria ser intransigente com a imoralidade e com a corrupção; agora, ela tem a oportunidade de provar o que afirmou determinando a suspensão do contrato”, enfatizou.
     Em defesa de Murad - Diante do pronunciamento do oposicionista, o líder do bloco governista, deputado Manoel Ribeiro (PTB), defendeu Ricardo Murad e disse não ver nada de anormal o secretário contratar a empresa do irmão para prestar serviço ao Estado. “Se nós formos ver o preço de mercado, vamos constatar que está dentro dos parâmetros. Eu estive há cerca de quinze dias procurando um imóvel para alugar, fazer uma garagem e não consegui o imóvel aqui no centro da cidade; fui conseguir um terreno no Anil, que não dá um hectare”, afirmou Ribeiro.
     Já o deputado Magno Bacelar (PV) disse também que não viu nada de irregular na contratação da empresa do irmão do secretário de Saúde, e se mostrou ofendido com as críticas do companheiro de plenário à governadora. “Quero dizer que me senti ofendido porque quando V.exa chama o governo de imoral, e eu tenho a cara do governo, sou um dos líderes, então posso ser considerado um líder imoral. Por isso não vou votar na proposta de V.exa”, frisou Bacelar

sábado, 9 de abril de 2011

Sindicato recorre contra decisão de STF e a greve continua

PARALIZAÇÃO CONTINUA DIZ SINPROESEMMA

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (SINPROESEMMA), por meio da sua assessoria jurídica, vai impetrar agravo regimental junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), contra a decisão do ministro Ricardo Lewandowski, que negou pedido do sindicato para suspender liminar que considera ilegal a greve dos educadores estaduais.

Em reunião realizada nesta quarta-feira (6), na sede do sindicato, foi avaliada a decisão judicial e o alto grau atual de mobilização da categoria, principalmente no interior, o que possibilita manter a paralisação, mesmo diante das pressões, atitudes terroristas e ameaças que estão sendo feitas pelo governo do Estado, por meio de diretores de escolas, na tentativa de esfacelar o movimento grevista e reduzir o trabalhador da educação a pó.

Essa posição de continuidade da greve, enquanto aguarda o resultado do recurso ao STF, será submetida às assembléias da categoria em São Luís e em mais dezessete pólos regionais, que serão realizadas nos próximos dois dias, quinta e sexta (7 e 8). A direção do SINPROESEMMA convoca todos os profissionais de educação para a Assembléia regional de São Luís, nesta quinta-feira, dia 7 de abril, às 15h, no auditório da Fetiema (Praça da Bíblia). Na pauta, avaliação da greve e mobilização dos trabalhadores para continuidade do movimento.

“A busca do governo em acabar com a greve por meio judicial foi uma aposta no amedrontamento da categoria, com ameaças de corte de ponto, devolução e transferência de professor, além de exoneração. Mas não podemos ceder. Vamos recorrer da decisão ainda hoje e aprovar a continuidade do movimento nas assembléias”, enfatizou o diretor de comunicação do Sinproesemma, Júlio Guterres.
 

Precedente perigoso contra o servidor público

Para a direção do sindicato, a decisão do ministro é um precedente perigoso que ameaça o direito de greve de todos os servidores públicos, pois deixa aberta a possibilidade de qualquer serviço, sob avaliação subjetiva, ser considerado essencial, contrariando o que diz a Lei 7.783/89 que considera, em seu texto claro, a saúde, o transporte e a segurança pública como serviços essenciais.

De acordo com o despacho do ministro, “O sistema de judicialização do direito de greve dos servidores públicos civis está aberto para que outras atividades sejam submetidas a idêntico regime. Pela complexidade e variedade dos serviços públicos e atividades estratégicas típicas do Estado, há outros serviços públicos, cuja essencialidade não está contemplada pelo rol dos arts. 9º a 11 da Lei 7.783/1989. Para os fins dessa decisão, a enunciação do regime fixado pelos arts 9º a 11º da Lei 7.7883/89 é apenas exemplificativa”.

“A decisão é perigosa e tem a marca de uma posição política. É uma avaliação política e, estranhamente, subjetiva e não técnica, pois deixa aberta a possibilidade de qualquer serviço público ser considerado essencial”, avaliou Guterres.

Para a direção do sindicato, na decisão do ministro, em nenhum trecho foram feitas referências ao prazo legal para comunicar a greve ao governo, pois o sindicato anexou ofícios na reclamação provando que cumpriu o prazo. Também não fez referências à saída para a greve em meio à negociação, como foi dito pelo governo, pois o sindicato também provou que esgotou as negociações com o governo.
 
A única referência foi quanto à essencialidade do serviço, porque tem uma brecha na Lei para a avaliação subjetiva e política do que é e o que não é serviço essencial, embora a Lei faça referência, em seu texto, apenas à saúde, transporte e segurança pública, como serviços essenciais.

Para o presidente do sindicato, Júlio Pinheiro, “é covardia do governo utilizar a Justiça como instrumento para encerrar a greve dos trabalhadores da educação do Maranhão. Esse método é usado por governos autoritários, que não respeitam a democracia, provando o caráter essencial desse governo de Roseana Sarney. Depois de 36 dias de greve, com uma pauta recorrente, ao longo de dois anos de negociação, sem resultado efetivo, cuja centralidade é a aprovação e aplicação imediata do Estatuto do Educador, instrumento negado historicamente por todos os governos inclusive os seus mandatos, a governadora demonstra que não tem vontade política para resolver o impasse. Diante disso, a direção conclama a categoria para não arredar o pé, em respeito à democracia, à justiça e aos direitos dos trabalhadores”,
 

Processos contra diretores por assédio moral

Diante das denúncias e relatos de vários trabalhadores que estão sofrendo ameaças e retaliações, dentro das escolas estaduais, como punição pela adesão à greve, a assessoria jurídica do Sindicato está preparando ações para responsabilizar criminalmente, por assédio moral, dez diretores de escolas de São Luís e de outros municípios da região.

Além dessas dez ações, continuam chegando no sindicato denúncias de ameaças e terrorismo de diretores e todas serão enquadradas como assédio moral em ações judiciais que serão movidas pelo sindicato.

Presa quadrilha que explodiu agência de Zé Doca

Durante uma operação da polícia realizada na madrugada desta sexta-feira (08), integrantes da quadrilha que explodiu a agência do Banco do Brasil de Zé Doca foi no dia 16 de janeiro deste ano, foram presos.
De acordo com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP), cinco pessoas foram presas, entre eles, um ex-policial militar da Paraíba e três são maranhenses.
As prisões foram feitas nas cidades de Pedreiras, Presidente Dutra e Santa Luzia.

EXPLOSÃO À AGÊNCIA
A explosão à agência de Zé Doca ocorreu na madrugada de um domingo. Acordados assustados com o barulho, os moradores correram para rua e virão que a agência do Banco do Brasil tinha sido assaltada e explodida.
A quadrilha premeditou todo o assalto. Primeiramente colocaram por toda extensão da rua o chamado jacaré, ou seja, artifício usado para furar os pneus das viaturas policiais.
A quadrilha detonou os caixas eletrônicos do lado direito do banco, onde exatamente ficam os caixas para saque.

ONDE VAMOS PARA, COM TANTA VIOLÊNÇIA

Casa de juiz de Tuntum é atingida a tiros

A casa do juiz titular de Tuntum, Pedro Holanda Pascoal, foi alvejada a tiros na madrugada desta sexta-feira, 8, por volta de 1h. O incidente foi comunicado ao juiz pelo delegado de polícia do município, que ligou hoje cedo para Pascoal.
Segundo o delegado, o imóvel e o portão frontal de acesso foram atingidos. A Polícia de Tuntum já investiga o fato.
Foto: Divulgação
Pedro Pascoal com Guerreiro Júnior: pedido de providências para garantir integridade do juiz
O incidente não foi mais grave pelo fato da casa estar vazia no momento do atentado. Pedro Pascoal se encontrava em outra comarca a serviço da Corregedoria Geral da Justiça (CGJ). O juiz não faz conjecturas sobre quem teve a intenção de intimidá-lo. “Não tenho inimigos”, assegura.
Em telefonema ao juiz, o corregedor Antonio Guerreiro Júnior afirmou que vai pedir ao secretário de Segurança Pública do Estado, Aluísio Mendes, que o órgão averigue o caso e envie policiais do Serviço de Inteligência a Tuntum. Guerreiro Júnior recomendou calma ao juiz. Pedro Pascoal diz estar tranqüilo e que vai esperar o resultado da investigação.

Coordenador do “Pauta Zero”
Pedro Holanda Pascoal é juiz titular de Tuntum desde 7 de julho de 2009 e, desde o ano passado, foi indicado pelo corregedor Antonio Guerreiro Júnior para coordenar o projeto “Pauta Zero”, criado para desafogar comarcas e varas da capital e do interior com grande acúmulo processual. Está à frente das quatro edições do projeto e supervisiona o trabalho de força-tarefa de 20 juízes.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

ANTES NÃO PODIA AGORA JÁ PODE

Acordo com EUA para uso do Centro de Lançamento de Alcântara pode ser restabelecido

Acordo foi assinado em 2000, mas não foi ratificado pelo Congresso Nacional


    Agência Brasil
         Brasília - O Brasil poderá ter um novo acordo de salvaguarda tecnológica com os Estados Unidos para prestar serviços para o lançamento de satélites. A possibilidade foi admitida nesta segunda-feira, 21, pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, na cerimônia de posse do novo presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), o físico Marco Antonio Raupp.
         No governo Fernando Henrique, Mercadante se opôs ao acordo de salvaguarda, por entender à época que o país estaria "alugando" o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão. O acordo foi assinado em abril de 2000 pelos dois países, mas não foi ratificado pelo Congresso Nacional. O projeto chegou a ser examinado em três comissões da Câmara dos Deputados, mas não foi a plenário.
         A elaboração de um novo acordo forçará o governo a retirar do Congresso Nacional a proposta de 2000 e o Ministério das Relações Exteriores terá que costurar um novo acordo com Washington. No novo termo, a redação deverá ser alterada, provavelmente para excluir pontos polêmicos que feriam, segundo os críticos, a "soberania nacional". Entre esse pontos, estariam: a proibição de usar recursos arrecadados para o lançamento de foguetes próprios; a restrição ao uso do CLA por países classificados pelos americanos como "terroristas"; ou a permissão para assinatura de outros acordos de salvaguarda apenas com as 36 nações que participam do regime de controle de tecnologia de mísseis.
    
         "Nós estamos em novo momento da relação bilateral. Não sinto hoje que a exigência americana seria a exclusividade de lançamento, para nós abdicarmos da parceria com a China, com a Ucrânia e com outros países", disse Mercadante. No último sábado, a presidenta Dilma Rousseff e o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, assinaram, em Brasília, um acordo-quadro (guarda-chuva) para identificar áreas de interesse mútuo para desenvolver programas ou projetos de cooperação para a exploração e os usos pacíficos do espaço.
         Os americanos são responsáveis pela fabricação de 82% de equipamentos inteiros ou de componentes de satélites, sondas e naves lançados em todo o mundo. Segundo Mercadante, a exploração espacial e o lançamento de satélites movimenta US$ 206 bilhões anuais na economia internacional.
         Para o novo presidente da AEB, parece ser "óbvio" que o Brasil precise de um acordo de salvaguarda com os americanos. Raupp, que, há mais de 20 anos, trabalhou no Programa Espacial Brasileiro e é presidente licenciado da Sociedade Brasileira de Progresso da Ciência (SBPC), assume a AEB imprimindo o papel de gestor dinâmico em busca de resultados. "O nosso negócio é fazejamento e não planejamento", afirmou. Raupp disse que passará os primeiros 30 dias de sua gestão conversando com os dirigentes de institutos de pesquisa e empresas para discutir a situação do programa, estabelecer metas e buscar "sucessos intermediários".
         Ao alcançar o sucesso, Raupp espera renovar o estímulo dos participantes do programa espacial e ganhar credibilidade na sociedade. Ele também quer aumentar a participação de empresas privadas nacionais e estrangeiras.
    Para o astronauta brasileiro, Marcos Cesar Pontes, o desafio da AEB será a integração da pesquisa e empresas em torno do programa. "A integração é uma das coisas mais difíceis de se obter, no Brasil também". Pontes atualmente é pesquisador associado do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (USP) e trabalha na agência espacial norte-americana Nasa, em Houston (Estados Unidos).
    
         O que chama atenção é o fato de que o PT de Dilma, Lula, Mercadante, Heloisa Helena e Outros naquela epoca fizeram o maior alvoroço porque o EUA iria manda em tudo criaram até um plebiscito e baixo assinado para que o acordo não fosse firmardo. Agora tudo pode não ferri mais a hegermonia nacional entre outras alergações da epoca é triste essa politica que acontece no Brasil. Quando os paises do Oriente Médio estiverem se revoltado contra o Brasil ai que iram ver que se junta ao EUA não é boa opção.